O Pix continua evoluindo não apenas em funcionalidades, mas também nos mecanismos utilizados para aumentar a segurança das transações.
Uma matéria publicada pela IstoÉ Dinheiro voltou a destacar algumas das regras de segurança adotadas pelo Banco Central, principalmente aquelas relacionadas ao uso do Pix em celulares, computadores e outros dispositivos ainda não cadastrados na instituição financeira.
Limite em dispositivos não cadastrados
Quando uma transação Pix é iniciada em um dispositivo que ainda não está cadastrado, os limites são:
-
R$ 200 por transação
-
R$ 1.000 no total por dia
Para movimentar valores superiores, normalmente será necessário realizar previamente o cadastramento do dispositivo junto ao banco ou instituição de pagamento.
É importante destacar que essa regra não começou em 2026. Ela entrou em vigor em novembro de 2024 e continua fazendo parte dos mecanismos de segurança do Pix.
Por que existe essa proteção?
O objetivo é dificultar fraudes em situações nas quais criminosos conseguem obter dados ou credenciais bancárias e tentam utilizá-los em um novo aparelho.
Dessa forma, possuir as credenciais da vítima não significa automaticamente conseguir realizar transferências de valores elevados em um dispositivo desconhecido.
Bancos também podem aplicar limites adicionais
As instituições financeiras podem utilizar outras informações para avaliar o risco de uma operação.
Desde 2025, as regras também permitem que sejam estabelecidos limites menores — inclusive limite zero — quando não for possível identificar a geolocalização do dispositivo utilizado para iniciar a transação.
Além disso, limites do Pix podem variar de acordo com horário, perfil de risco e comportamento do usuário.
Mais controle sobre as chaves Pix
O Banco Central também exige o cadastramento do dispositivo para operações consideradas sensíveis relacionadas às chaves Pix, como:
-
registro;
-
alteração;
-
exclusão;
-
portabilidade;
-
reivindicação de posse.
Outro mecanismo importante é a verificação da conformidade dos dados vinculados às chaves com os cadastros de CPF e CNPJ da Receita Federal.
Segurança também faz parte da evolução do Pix
À medida que o Pix se torna cada vez mais presente no cotidiano dos brasileiros e das empresas, os mecanismos de prevenção a fraudes também precisam evoluir.
Para quem trabalha com pagamentos digitais e autoatendimento, como os operadores que utilizam as soluções da Pixmaq, esse fortalecimento é especialmente importante.
Quanto maior a confiança do consumidor no Pix, maior também a segurança para sua utilização em vending machines, lojas autônomas e outras soluções de autoatendimento.
A Pixmaq acompanha continuamente as mudanças e novidades do ecossistema Pix para manter nossos clientes informados.
Fonte: Banco Central do Brasil e IstoÉ Dinheiro.
